Eduardo Velloso pede que Bancada do Norte priorize finalização das obras que ligará o Brasil acreano ao pacífico

Na foto de Felipe Santos, Eduardo Velloso insiste que Bancada do Norte precisa centrar seus esforços em pautas de infraestrutura como a ligação rodoviária do Acre ao Peru.

De acordo com o parlamentar do União Brasil acreano, faltam menos de 300 quilômetros para que a ligação entre Cruzeiro do Sul, no Acre, até Pucallpa, no Peru, fique pronta; rodovia seria a porta de entrada dos produtos brasileiros ao porto peruano de Chancay.

 

(Brasília-DF, 25/04/2024) O deputado Eduardo Velloso (União Brasil-AC) pediu nesta última quarta-feira, 24 de abril, que a Bancada do Norte priorize a finalização das obras que ligará o Brasil acreano ao oceano pacífico. De acordo com ele, faltam menos de 300 quilômetros para que a ligação entre a cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, até Pucallpa, no Peru, fique pronta.

 

A rodovia seria a porta de entrada dos produtos brasileiros ao porto peruano de Chancay, que se localiza a 60 quilômetros da capital do Peru, Lima. O porto de Chancay está sendo construído no país andino vizinho pela empresa chinesa Cosco Shipping com investimentos que superam os 17 bilhões de reais.

 

“É dever de cada um [de nós, aqui], levar o desenvolvimento para o Brasil. E o que nós observamos como parlamentares do Norte é que é muito difícil que isso aconteça. Por que é difícil! E nós estamos sentindo na pele o nosso estado do Acre. Dos estados da região Norte, quando se fala [nisso] se tem uma luz de desenvolvimento e isso é cortado. O Acre está pleiteando hoje ser uma saída para o oriente, através de uma estrada que passa de Cruzeiro do Sul para o Pucallpa e tem vários e vários motivos do quais eu tenho certeza que a Bancada do Norte e do Acre não concordam se nós pararmos para pensar que de Rondonópolis até o porto de São Paulo, em Santos, tem a mesma distância de Rondonópolis ao porto de Pucallpa, no Peru, se passasse”, registrou.

“Por essa estrada que falta menos de 300 quilômetros, é só de falar essa notícia lá que algum dia poderia sair, que as terras de Cruzeiro do Sul da região do Juruá já valorizou muito e aí nós esbarramos na dificuldade que o homem do Norte, que passa dificuldade em se alimentar, que não é isso que nós queremos porque não podemos nos interligar através de uma estrada. Então, Sidney, lhe parabenizo pela formação dessa Bancada do Norte, mas nós temos que mostrar para o resto do Brasil e do mundo que se vocês querem pagar com o que nós temos, nós temos que receber por isso, não deixar o nosso povo passando fome. Então sou um soldado daqui da bancada, me coloco à disposição e parabenizo pela iniciativa e pela fala de todos vocês”, completou.


(por Humberto Azevedo, especial para a Bancada do Norte, com edição de Genésio Jr.)

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