Coronel Chrisóstomo pede que BASA ajude na regularização fundiária dos amazônidas: “o que falta é a regularização fundiária”, diz

O parlamentar do PL rondoniense pediu ainda que a Bancada do Norte e o BASA possam ajudar “o pessoal do Beiradão” no Amazonas, que está numa “situação catastrófica” em decorrência da grave crise hídrica que atinge a região

(Brasília-DF, 24/10/2023) O deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO) pediu nesta terça-feira, 24 de outubro, que o presidente do Banco da Amazônia (BASA), Luiz Lessa, ajude na questão da regularização fundiária dos amazônidas. Segundo ele, isso é “o que falta” para que o agronegócio de Rondônia “exploda” rumo ao crescimento econômico.

O parlamentar do PL rondoniense pediu ainda que a Bancada do Norte e o próprio BASA possam ajudar “o pessoal do Beiradão” no estado Amazonas, na fronteira com Rondônia, que – segundo ele – está numa “situação catastrófica” em decorrência da grave crise hídrica que atinge a região. Entretanto, Chrisóstomo não chamou a atenção da situação que ocorre em virtude das mudanças climáticas.

“Se os senhores conseguirem nesse novo tempo ajudar Rondônia e resolver a questão fundiária, Rondônia explode na Amazônia! É um dos maiores produtores do agro na Amazônia. Mas o que falta é a regularização fundiária. É um estado novo, quarenta e poucos anos, entregaram as terras para o povo, mas esqueceram de entregar o documento. Regularização fundiária, coloque na sua pauta presidente [do BASA, Luiz Lessa]”, pediu.

“Cadê o Banco da Amazônia, que é para desenvolver a Amazônia e não chega aqui na gente!? Estou falando a voz do povo. É isso mesmo! Neste momento, agora, eu também faço uma [outra] solicitação: Rondônia não é o pior de todos, mas o Amazonas está uma situação catastrófica! O pessoal do Beiradão, se não tiver o apoio dos senhores, já são pobres, vão ficar miseráveis! Porque a água levou tudo deles [na última enchente] e nesta retomada não vai ter peixe, não adianta, e não vai [sic] ter outras coisas que eles tiram do rio. Então, eu deixo esse recado aí”, pontuou.

(por Humberto Azevedo, especial para a Bancada do Norte, com edição de Genésio Jr.)

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